sexta-feira, 11 de julho de 2014

Encontros na lua cheia

A semana transcorreu com muito trabalho e paciência. Uma mesa que dizia prever o futuro, apenas confirmou o que eu já sentia. Segundo ela, já fiz várias encarnações, sou uma "alma madura" ou algo do tipo. Falou que o que aconteceu no amor, voltará acontecer, pois o ciclo ainda não se fechou. Bom, mais aquelas coisas. Quero meu sentido astral.
Os gringos já não saíam de casa, acostumados com o clima quente e preguiçoso do Brasil, boa internet e ambiente legalize... No começo parecia uma fan fest de confraternizações aqui, e acabei com essa fase da Copa. Na terça o Brasil foi eliminado vergonhosamente por 7 a 1. Fui com o francês Franck, no Ideal Clube, que já estava quase vazio, e saí de lá antes do fim do jogo. Terça melancólica. A quarta foi de cinzas. Será que o Brasil cai na real agora?
Também teve dia de pedreiro, abrir o portão da antiga casa do meu pai para poder vendê-la, e fazer orçamento de obras de vazamento no apartamento onde moro. Chatooooooooooo
Sexta, data da primeira reunião de um novo trabalho. Muito boa reunião, vai ficar bacana a coluna, e alimentarei o portal da revista. E jornal nunca pára: fechamento de uma entrevista, começo de outra, e aquele dia a dia de milhares de emails, edições de textos, títulos, legendas, horas no computador fazendo conexões com pessoas... Fico pensando quando vou fechar essa budega e montar minha barraquinha de cachaça. As horas no computador cansam fisicamente também - o sedentarismo cobra caro a nossa saúde.
Ligam a tarde de um hotel de Jericoacoara, que eu conheci (e inclusive já havia criticado por ser construído em área de preservação ambiental e ser um hotel cinco estrelas de um italiano em frente ao mar de Jeri), me convidando para a inauguração onde, provavelmente, o governador Cid Gomes e seu staff estarão hospedados e convidados. Vai ser bacana.
Teve reunião com The Boss tb.
Sexta, noite de lua cheia. Caminhando em rua próxima da minha casa, encontro ele. Aquele. Difícil encarar, mas não foi possível nos conter. Relembramos o que existiu. Ainda não sei o que foi. Beijos, abraços. Vou vivendo, pensando, suportando, e abrindo novos horizontes. Mas não como uma bolsa de valores.
Surgem outras alegrias, outros motivos para sorrir. Mesmo que a inveja, o mau agouro, a infelicidade, e a vontade de se ver melhor que o outro contaminem seu ambiente. Deus é mais. Deus do impossível. Existe o amor sim! Vamos viver e celebrar! Amanhã viajo cedo. Voltar a editar a entrevista do Vevé pro jornal.

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